Milhares de refugiados atravessam a pé o porto de Pireu, na Grécia, depois de chegar ao país pela ilha de Lesbos. Em média, mais de 1.900 refugiados chegam por mês à Grécia em embarcações lotadas, segundo a ONU (Organização das Nações Unidas). A multidão costuma vir, na sua maioria, da Síria, que vive uma guerra civil(VEJA.com/AFP)

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Milhares de refugiados atravessam a pé o porto de Pireu, na Grécia, depois de chegar ao país pela ilha de Lesbos. Em média, mais de 1.900 refugiados chegam por mês à Grécia em embarcações lotadas, segundo a ONU (Organização das Nações Unidas). A multidão costuma vir, na sua maioria, da Síria, que vive uma guerra civil

Milhares de refugiados atravessam a pé o porto de Pireu, na Grécia, depois de chegar ao país pela ilha de Lesbos. Em média, mais de 1.900 refugiados chegam por mês à Grécia em embarcações lotadas, segundo a ONU (Organização das Nações Unidas). A multidão costuma vir, na sua maioria, da Síria, que vive uma guerra civil(VEJA.com/AFP)

A União Europeia (UE) fixou nesta sexta-feira o prazo de três meses para a Grécia resolver as “sérias deficiências” na proteção de sua fronteira marítima com a Turquia, por onde grande parte dos refugiados chegam à Europa. Segundo o bloco, a negligência grega coloca em risco a zona de Schengen, composta por países europeus onde há livre circulação.

Há duas semanas, a Comissão Europeia criticou a forma como o governo grego está lidando com a pior crise migratória na Europa desde a II Guerra Mundial – mais de 850.000 refugiados chegaram à Grécia no ano passado. “Se a ação necessária não está sendo tomada e as deficiências persistirem, existe a possibilidade de permitir que os Estados-membros fechem temporariamente suas fronteiras”, disse o vice-presidente da Comissão Europeia, Valdis Dombrovskis, depois de ter aceitado um relatório que diz que o governo grego “negligenciou seriamente” suas obrigações com seus colegas da área Schengen.