Mulheres que fazem bronzeamento artificial podem ter distúrbio de autoimagem

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Em comparação às mulheres em geral, aquelas que relataram fazer pelo menos 10 sessões de bronzeamento no último ano, são mais propensas a serem obcecadas por sua aparência, terem episódios de depressão relacionada às mudanças de estações e terem altos níveis de estresse. Veja como esse hábito pode indicar outros problemas de imagem.

A autora de pesquisa sobre o tema, professora Sherry Pagoto, da Universidade de Massachusetts Medical School, em Worcester, nos Estados Unidos, revela alguns comportamentos em entrevista ao jornal The Huffington Post. Mulheres que se esforçam para se bronzear cada vez mais e que mantêm a sensação de que nunca é o suficiente, têm um tipo de comportamento que não é diferente de transtorno dismórfico corporal. Ou seja, quando as pessoas sentem que há um problema com sua aparência que nunca pode ser definitivamente corrigido. Há um equívoco de autoimagem.

Sinal de alerta

“Pode ser o caso, em algumas situações clínicas, quando vemos pessoas que abusam do bronzeamento artificial, por exemplo, é uma maneira de chamar a atenção para outros problemas de saúde mental”, precavê Pagoto.

Pesquisas anteriores publicadas em importante jornal de Dermatologia descobriram que as pessoas se bronzeiam devido às necessidades decorrentes do seu humor e aparência. Os artigos também sugerem que essas pessoas têm um risco aumentado de ter estresse elevado e transtorno afetivo sazonal.

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