Você precisa MESMO, sempre, de remédios?

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Veja se você apresenta algum destes (ou conhece alguém “sofrendo” assim):

1 – Adulto com pressão alta, resfriados freqüentes, muitas “amigdalites” e rouquidão;

2 – Paciente que não consegue perder peso, insatisfeita com sua pele/estética, já passou por vários médicos, sem sucesso;

3 – Mulher com “intestino preguiçoso”, que só funciona à base de laxantes;

4 – Atleta que desenvolve nódulos mamários, até com suspeita de câncer local;

5 – Enfermeiro que até tenta se cuidar mas apresenta depressão/ansiedade e baixa imunidade;

6 – Executivo, sempre muito “ocupado”, com grande cansaço e irritabilidade;

7 – “Concurseiro” que sente dor de cabeça, tonturas, dificuldade de concentração e baixa produtividade geral dos estudos.

São casos bem comuns, não é mesmo? E diga-me se o que acontece com eles na maioria das vezes não é algo como:

–       Tentam primeiro ignorar os sintomas, esperando que melhorem sozinhos;

–       Se não  sumirem, aprendem a conviver com eles, ainda esperando que melhorem sozinhos;

–       Se passam a ser duradouros ou incomodam, é freqüente a auto-medicação ou adoção de medidas caseiras de origens/recomendações diversas;

–       Quando o médico é procurado, na maioria das vezes o paciente já sai com um (ou mais) diagnóstico e prescrições de medicamentos, após rápida consulta (freqüentemente com anamnese superficial demais), muitas vezes até sem exames complementares prévios.

Entretanto, reflita comigo sobre os casos acima:

–       Caso 1 : Todos os sinais/sintomas relatados podem ser causados (ou bastante piorados) por baixa ingestão de água por dia;

–       Caso 2: Todos os sinais/sintomas relatados podem ser causados (ou bastante piorados) por alimentação inadequada;

–       Caso 3: Todos os sinais/sintomas relatados podem ser causados (ou bastante piorados) por baixa ingestão de fibras;

–       Caso 4: Todos os sinais/sintomas relatados podem ser causados (ou bastante piorados) por exercício físico praticado inadequadamente (por exemplo em excesso, o chamado “overtraining”);

–       Caso 5: Todos os sinais/sintomas relatados podem ser causados (ou bastante piorados) por sono insuficiente/inadequado (como é comum em quem trabalha em esquemas de plantões);

–       Caso 6 : Todos os sinais/sintomas relatados podem ser causados (ou bastante piorados) por excesso de stress, crônico;

–       Caso 7: Todos os sinais/sintomas relatados podem ser causados (ou bastante piorados) por respiração inadequada, levando a baixa oxigenação cerebral;

Em outras palavras, para TODOS estes pacientes a prevenção e tratamento dos seus distúrbios necessariamente depende da melhoria dos seus Hábitos de Vida, ou seja, da forma como cuidam da sua própria saúde (http://www.icaro.med.br/a-base-de-tudo/).

Portanto, voltando à pergunta inicial, para que VOCÊ mesmo reflita sobre ela: você precisa MESMO, sempre, de remédios?

Um abraço

Ícaro